segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

[leia ] o plano agora é bolar um plano


Temos que bolar um plano, a loucura faz parte das manchetes dos jornais, mas temos que bolar um plano, será tão simples como subornar o seu amor para conseguir te comover e pegar o seu dinheiro, será tão puro que todos pensaram que estarão garantindo o seu lugar no céu.

Mas, não será tão óbvio, será inexplicável como andar de bicicleta, como as velhas borboletas no radiador, sim... Assim será, assim seremos, “somos quem podemos ser”.

O inflamável de todas as situações...

Duas tv´s de quatorze polegadas, duas geladeiras, poeira, poeira e as luzes refletindo no branco da parede que agora é colorida, dvd´s espalhados pelo chão isso me lembra o meu antigo coração, em volta de mim a uma louça suja, que impões limites a minha falta de razão.

Mas temos que bolar um plano, o baterista esta escondido e não perdido, o contra baixo precisa de carinho, e a guitarra precisa de distorção.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

mil


Caros amigos, alunos e colegas, quero agradecer a atenção de todos que freqüentemente invadem o blog, afim de saciar suas mentes com minhas viagens malucas sobre tudo, conseguimos a marca de mil e vinte acessos. Agradeço a todos, e espero que continuem (principalmente os alunos ou então, eu reprovo todos), até mais!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

[leia] enntre o real e o abstrato



Pois é, dependendo do momento que um homem passa, ele pode perfeitamente sentir o que quiser, mas como velhos elefantes que se escondem para morrer, a solidão pode ser magna, fundamental para pensarmos em coisas que raramente imaginamos, a realidade nem sempre faz parte de momentos como esses, e nos sentimos inteiramente no meio, no meio do tiroteio:

“Entre um rosto e o retrato

No real e o abstrato
Entre a loucura
E a lucidez
Entre o uniforme
E a nudez...”


O mundo real mas parece uma briga de torcidas, o amor, o relacionamento é uma briga de torcidas, e eu ali no meio, personagens de um filme japonês, cores, frases feitas, motores e monstros, ninguém me pede pra dizer mais uma vez, pois:


“Estou sonhando de olhos abertos
Estou fugindo da realidade
Todas as cervejas já bebi
Todos os cigarros já fumei
O que há de errado no mundo
Meus olhos já não podem ver
Eu estou do jeito certo
Pra qualquer compromisso assumir

É assim que me querem
Sem que possa pensar
Sem que possa lutar
Por um ideal
É assim que me querem
Ao ver na TV todo o sangue jorrar
E ainda aprovar
A pena capital
A pena capital”


Na realidade não sei onde vivo direito, quando vivo no mundo real, só penso no mundo dos sonhos, mas se eu vivesse no mundo dos sonhos sonhava com o mundo real.