sábado, 10 de novembro de 2007

GABARITO DO SIMULADO PARANÓIA DE GEOGRAFIA:

1.D 2.A 3.D 4.D 5.B 6.A 7.D 8.D 9.C 10.D 11.C 12.A

Segunda Charada



A segunda charada é:


Te levanta(1ª) ao prazer(2ª) da chegada.


Respostas no mural.

Congratulations a Bruno por ter resolvido a primeira charada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

[desafio] Jogo da charada!


O jogo é o seguinte: temos que criar uma frase, onde destacamos duas palavras da frase, numerando cada palavra( no caso 1º e 2º), pois cada número será a representação de sinônimo (1º) e antônimo(2º).

O resultado do sinônimo e do antônimo das palavras da frase( e essa frase, terá a obrigação de ter sentido com a resposta) , irão formar a uma palavra que é a resposta da charada.

Exemplo:

O brilho vinha dela.

Brilho= 1º, e vinha=

O sinônimo de brilho = luz

Resposta: Luzia

O antônimo de vinha= ia

Agora o primeiro desafio:

O nascido(1º) para orar(1º) pela vida.

Por favor as respostas no mural do blog!

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Os "bébu" do meu Brasil (parte II)



Beto é o cara...
Não tem quem o imite mesmo!
Tente!!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Os "bèbu" do meu Brasil



Para quem acha que em Santa Cruz não possui gente famosa!
Jeremias não chega nem no rastro!

[ leia, leia, leia...] como se dar início a uma história!


Estado febril, sintomas e efeitos de um gripe que parece já fazer parte de minha personalidade, saudade semanal exagerada (cora), expedições programadas para o fim de semana, e a esperança de mudar de vida ao mudar de ano.

Nada de pensamentos cartesianos, não agüento mais conviver com tantos engenheiros do Hawaii, advogados de Havana, físico-químicos de Taiwan (ambientes coletivos que só promovem o individualismo), na verdade sempre fui um pensador, um boêmio saudosista preocupado somente em sobreviver da melhor maneira possível.

Falar sobre mim mesmo é sempre um risco, prefiro autocríticas, ou falar de mim como se fosse outra pessoa, um personagem.


Agora sim!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Borboletas no radiador, a história de uma realidade fictícia.

Meu nome pode ser qualquer um, minha irmã onomatopéia, meu irmão socialmente instável, minha mãe como (quase) todas, candidata a Madre Tereza de uma forma mais humana real, cotidiana e dona de um lar remendado. O cenário poderia ser qualquer um, mas é preferível o uma cidadezinha cosmopolita do interior, ao invés de um caótico centro urbano; casas brancas, amarelas e aquele azul desbotado pelo tempo, janelas azuis, marron tabaco e cinzas empoeiradas, com causadas de cimento rachadas pelas raízes das árvores, um acácia, uma figueira, uma castanhola, e uma algaroba, aqui acolá um terreno sem casa, um casa sem gente, uma gente sem casa, vestígios de um passeio de carroça de burro, domingos de céu azul sem nem um nuvem pra fazer um chá, quanto mais para encher um tanque, que tem um listra de lodo lembrando do inverno.

Dentro de casa? Lá dentro já é quase lá fora, galinha no quintal esperando alguma festa, um cachorro bom de caça mas meio adoentando, um pé de graviola, de um lado um monte de basculho, de outro, troço venho, pedaço de cano, caco de cerâmica, cinco telha, litro de cachaça, de cerveja, garrafa de rum e de pet, tudo com o fundo pra cima no canto da parede.

As pessoas, os figurantes?

Fica para o próximo capítulo!

sábado, 27 de outubro de 2007

[leia] quando estamos desprovidos de culpa


Existe um momento que por mas que agente tente, alguma coisa é sempre maior...

Quando estamos desprovidos de culpa, nossas ações perdem o pudor e nos vemos ávidos de uma ação, a qual há poucos minutos era só desejo interno, nada externo;

O desejo é o simples querer da consciência, o que achamos claro é o simples temer do inexacto, fora de foco , sem distinção...

A forma extrapola as dimensões de moral, a qual fazemos tanta querência, ou pensamos que precisamos fazer.

Pra tudo se tem uma canção, mas para uma canção não necessariamente se resume tudo, ninguém precisa de uma canção, uma tradução, uma auto afirmação.

A organização das coisas...

O universo conspira ao meu favor...

Um eclipse solar é um fato majestoso que não significa nada, e em toda abóbada celeste que envolve nosso pequeno universo cotidiano, as coincidências se tornam milagres, os cães se espicham nas sombras das casas mais antigas, e o velho dorme em sua cadeira de balaço única e preferida, imagem sua mente forma agora, simples como um caleidoscópio bicolor, triste sem graça, minha imaginação também é um receptáculo, minha cabeça dói com a gripe que se aproxima, o verão já veio e ela esta atrasada, mas não ligo não estou escrevendo nada com nexo mesmo, mas eu não me culpo , culpe a você mesmo por ainda estar lendo, não faça o que digo, não faça nada que alguém te diga!