sábado, 20 de outubro de 2007

[leia kkk] O boy Montezuma:


Montezuma era um Homem-deus que gostava muito de música, por isso Montezuma resolveu comprar um radinho de pilha, só que outro Homem-deus pagão seu amigo Quatzacall também gostava de musica e resolveu comprar um som médio, Montezuma boy invocado colocou um som no seu carro...

A merda começou, todos os Homens-deuses se reuniam a noite pra tentar saber quem tinha o som maior, num ferenezi incontrolável, eles entorpecidos por uma bebida mágica, tentavam a todo custo seduzir aqueles mortais que passavam desfilando tédio e hierarquia, ripongas pratricinhas, punks de butique e filhinhas de papai, paravam para prestigiar o insolúvel da sociedade então formada; Montezuma já estava com um paredão de som de dois metros, com fones de dezoito, metendo medo em todo mundo, transformou-se num deus egoísta que só pensava no próximo objeto que poderia comprar para aumentar o tamanho do seu pequeno pênis, mas montezuma não contava com a mão do destino, quando montezuma descobre que de tanto tomar esteróides anabolizantes para adquirir forma sinuosa e sexy para atrair as fêmeas para o acasalamento, teve um pequeno problema no fígado, que o fez ficar com uma cirrose “cônica”, só podendo comer arroz braço sem sal para o resto da vida, além de ficar paralítico depois de tentar aplicar óleo de comida no bíceps, pois devido os problemas motores já adquiridos com o tempo, aplicou no pescoço...Toda a sua legião de fiéis, que antigamente em procissão chamavam seu nome em cantigas insuportáveis, agora adotaram um deus mais jovem no qual eles pudessem sugar toda a sua dedicação em apelos fúteis como: esticar o cabelo para sempre, um litro de bebida que nunca seque, plásticas no nariz e abdômen, entre outras. Nos dias de hoje, sua presença se resume em figurações e associações patéticas como: manchas no espelho, fotos em portões dizendo “cuidado com o cão”, e especiais de fim de ano da globo.

Por mais que pareça mentira, montezuma hoje é um Homem-deus feliz, fazendo trabalhos de arte pintando com seu pé que não foi amputado por necrose.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007


Brasileiro nato miscigenado, classe baixinha mesmo, e como toda família pobre, era sonhadora com a promessa que se eu trabalhasse duro, estudasse e fosse honesto, poderia acender a outra classe mais abastada, ter o que eu não tinha...
Não ter o que se quer é uma coisa; não ter o que não se tem, pra mim são coisas totalmente distintas, mesmo assim ia de encontro a tudo que a TV, as placas de trânsito, o padre e minhas alucinações diziam: “sua realidade é estanque”, “só tenha sonhos médios”.
O que eu podia conseguir era no máximo, ser, alcoólatra, anarquista e estuprador... barrigudo, doido e professor...
Era isso que a vida tinha para me oferecer, pra me consolar eu inventava inimigos para poder conviver com essa minha condição, justificar meu determinismo enxertado, o que não combinava muito com a mente de um pisciano donquixótico, mas aos poucos fui me libertando, e descobrindo o caminho da felicidade...[Mas aviso minha felicidade pode ser vista com doença por mentes normais].
Então ouvi que a felicidade movimenta a fé, mas nunca me dei muito bem com nenhuma doutrina religiosa. A felicidade é um urubu pintado de verde, disse Mário Quintana, em um poema linear, mas o que seria então um torcedor do flamengo e do palmeiras não dá, é como amar duas mulheres. Porém entendo que isso é uma metáfora e possui sentidos diferentes, o urubu pintado de verde e a esperança carniceira e oportunista, a felicidade é oportunista. É como a felicidade fosse um ovo em pé, algo inédito tão distante que distorce a mente dos poetas, mas é possível de acordo com os artifícios.
Por outro lado, sempre me disseram que o mundo dá voltas, um dia tu estás lá em cima, outro lá em baixo, por tanto a vida é feita de altos e baixos, mas isso também me gerava aflição, pois meu problema era falta de paciência, virtude que só comecei a dominar depois de um tempo( e ainda continuo), pois meu problema era que, que é que decide quanto tempo ficarei lá em baixo, ou quanto tempo aquele cretino irá ficar lá em cima.
Foi então que amadureci mesmo, e descobri que a vida é mesmo cheia de altos e baixos, aliás...
A VIDA É UMA GANGORRA, FUNCIONANDO MAL!

[leia! desculpa] Discurso de um homem só em tom de desaforo com a comunidade comum que nega suas tolices.


Eu sempre me encontro em discutindo, que muitas vezes não me leva a censo nenhum, ou até conclusões mesmo que precipitadas, isso nunca me incomodou muito pios na maioria das vezes é como conversar besteiras, coisa que todo mundo faz, mas diz não fazer pra não perecer idiota, e acaba sendo idiota ao fazer, é um dia complicado, não é verdade... Se não é verdade é mentira, mas não necessariamente; entendimento não pode ser sempre claro, tudo que se entende rápido se dilui rapidamente, como o nome da pessoa que acaba de beijar o seu rosto dizendo “prazer”...
Não, não é irrelevante mesmo que eu não queira chegar a lugar nenhum nem tenha tantas pretensões ou motivos para isto.
Quando vampiros saem à noite, as donzelas se perfumam para passear, isso implica no interesse do acaso óbvio, ela sabe que tem vampiro, mas sabe também que só será uma donzela em perigo por causa do vampiro, a imaculação desse desejo de ser o centro das atenções, super-homem adora mesmo a Lex Lutor, vai alem de que “o bandido é que faz o mocinho”, o problema é que o mocinho se vicia em sem mocinho, no caso ovacionado pela donzela em perigo, e o herói da população bestificada.
No caso da borboleta do radiador, só irá entender quem já teve um caro com radiador, ou um pai que teve, na injeção eletrônica não morre borboleta, é uma caixa de colecionador, só que sem alfinete, vidro, elas não estão arrumadinhas e sim bem mais aterrorizantes.
Na parede todos os cartazes são iguais, sempre anunciam algo, para um fim, a não ser que algum maluco queira anunciar uma coisa que não existe, ou nada, essa seria bem fácil era só colocar um cartas em branco.
Eu queria ganhar na loto, só para poder utilizar desse dinheiro para ver como as pessoas reagiriam em situações delicadas, fingiria ser quantas pessoa eu quisesse, até poderia ser preso por falsidade ideológica, mas no fim teria dinheiro para me soltar, poderia fingir que era um mendigo e faria coisas fantásticas a quem me negasse esmola, ou fingiria ser sempre pobre, para poder me vingar no melhor estilo Edmond Dantê, seria bem louco mesmo.
!...?...
Isso só mostra o quanto é estranho quando as pessoas conversão besteiras com sigo mesmo, os melhores pensadores sofriam desse mau, eu tentando pensar fingi sofrer por um...

sábado, 13 de outubro de 2007

[prronto, leia!]O homem ( segundo consta o próprio homem).


As pessoas têm tumores no cérebro, e eu é quem cuspo sangue


“Tem dias em que a gente, se sente um pouco assim menos gente, um dia daqueles se graça de chuva a cair na vidraça...”

As pessoas têm tumores no cérebro, e eu é quem cuspo sangue

Como disse Raul em uma de suas muitas belas canções, desconhecidas, tem dias em que me sinto assim, eu ser humano pateticamente iludido por mim mesmo, comprando fantasiais pra me sentir cada vez mais normal, mais igual, procurando verdades( que como a frase feita ), são mentiras que de tanto alguém contar, temos como verdade... Eu homem parte do insolúvel da sociedade, descrente das crendices mas prestando atenção no horóscopo, que um cidadão qualquer escreve em sua mesa pela manhã, enquanto limpa o papel sujo de manteiga...Eu homem, que pra se sentir mais homem, posso ate medir o tamanho do meu pênis pra me sentir mais seguro, definir meus bíceps entre estrias e gordura, ou ate disputar pra ver quem têm o som mais alto, tanto faz já que todas as coisas que tenho são uma extensão do meu pênis, que insiste em falhar, mas é o preço que eu pago por ser tão bonito...enquanto Maria Betânia canta na 104, e eu não entendo nada, não sinto nada!

*“Esse sou eu, parado na esquina, na mesma esquina de outras canções”, reproduzo minha vida, como um capitulo de novelas diferentes que passa ano após ano, e sempre dizem a mesma coisa “nada,” mas eu não me importo, adoro ver os artistas no domingo no Faustão, falando de seus personagens como se fossem outras pessoas, que existem de verdade, e deposito minhas frustrações nesse personagem, pois eu sei que ao contrario da minha vida, terá um final feliz... Há! O que é ser homem?...Os mais otimistas dizem que é só tentar não ser mulher!...Os mais pessimistas dizem que é trabalhar duro, ser responsável, ser pai de família, ser respeitado... Mas pra mim, ser homem é em um belo dia, cansado de trabalhar você senta e ouve no rádio:


**E agora José?

A festa acabou a Luz apagou

O povo sumiu, a noite esfriou.

E agora José?

E agora você?

Você que é sem nome, que zomba dos outros,

Você que faz versos que ama protesta.

E agora José?

Está sem mulher, está sem carinho,

Está sem discurso, já não pode beber.

Já não pode fumar, cuspir já não pode,

A noite esfriou, o dia não veio.

O bonde não veio, o riso não veio,

Não veio a utopia e tudo acabou

E tudo fugiu e tudo mofou

E agora José?

Sua doce palavra, seu instante de febre.

Sua gula e jejum sua biblioteca

Sua lava de ouro seu terno de vidro

Sua incoerência seu ódio e agora?

Com a chave na mão quer abrir a porta

Não existe porta, quer morrer no mar.

Mas o mar secou, quer ir para Minas.

Minas não há mais José e agora?

Se você gritasse se você gemesse,

Se você tocasse a valsa vienense.

Se você dormisse se você cansasse

se você morresse, mas você não morre.

Você é duro José sozinho do escuro.

Qual bicho do mato, sem teogonia,

Sem parede nua para se encostar

Sem cavalo preto que fuja a galope,

Você marcha José, José para onde?

(Você marcha José, José para onde?).

(Marcha José, José para onde?).

(José para onde?).

(Para onde?).

E agora José, José para onde?

E agora José, para onde?
..................................................

E se pergunta: a onde eu estava?... E agora?...

As pessoas têm tumores no cérebro, e eu é quem cuspo sangueSer homem é duvidar,

Perguntar por quê? E nunca ter a resposta...

*Trecho de pampa no walkmen, das varias variáveis de H.Gessinger

** E agora joosé ( Paulo Diniz)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

O boçal com bossa nova, marciano na lua se irrita com luz solar


As pessoas têm tumores no cérebro, e eu é quem cuspo sangue


Não dá para se concentrar no barulho... isso é um fato!

Enquanto fuma o cachimbo ouvindo bossa nova, e fazendo barulho com assuntos irritantes e mesquinhos, o sol brilha e ele se irrita com o calor, estando em uma sala com ar condicionado, enquanto um operário na sala ao lado, faz barulho de martelo, e ele se irrita!

Pobre burguês rico, marciano em um mar de português mal falado, sua pobreza, sua criptônita é sua maior franqueza, enquanto exige e cobra tudo aquilo que lhe é conveniente, seu mundo se resume na necessidade da satisfação de não necessitar de nada, sue maior triunfo e ser invejado, inflar seu super-ego com o olhar de um transeunte, no qual ele sente o desejo ao ponto de ouvir seus pensamentos,” eu queria ter isso e não posso”.

Essa satisfação gera um altíssimo gral de falta de educação, comunicação e insensibilidade, seu pai é da marinha, sua mãe é dona de casa e adora cãezinhos gritantes, nuca faltou nada, não come nada requentado, odeia caro do ano passado; mas ele vive, ele fomenta, enquanto o operário esta com o salário atrasado, fazendo barulho na sala ao lado, e ele pede bastante irritado para fazer silencio, pois precisa fazer um comentário para seus colegas.

Eu prefiro um rico besta que já foi pobre, já que eu entendo sua besteira, pois ele odeia tudo que não lhe pertence mais, tudo que ficou pra trás, o seu antigo mundo, pela necessidade de alto afirmação através dessa negação; do que um rico que sempre foi rico, que sente que a pobreza é uma doença que não corre nas suas veias, o tornando incapas de perceber a serenidade das coisas, ao invés de nega-las, no fundo ele se sente como um boçal ouvindo a bossa nova sendo marciano na lua e irritado com a luz solar.


segunda-feira, 8 de outubro de 2007

[leia esta] ¿Che está morto, os idiotas estão vivos?


Sempre quando ouvimos falar algo sobre outras pessoas, ficamos imaginando a respeito da verdade dos fatos, principalmente se tu estiveres emocionalmente ligado, pois bem, quando estava dando aula semana passada, um aluno ao perguntar-me sobre Che, senti massagear meu ego, pois me cansei de ver todas as pessoas vestirem camisas do Che sem se dar conta do que estão fazendo, comportamento típico das dias atuais. Então meu aluno me deu uma revista Veja (aquela marrom tabaco), com a manchete na capa “Che a farsa do herói”, fui sem muito alarde ler a bendita reportagem de capa, que por coincidência foi as bancas as vésperas do aniversário de 40 anos da morte de Che, e a ficha cai... Arrebatado por um sentimento horrível fico imaginando como as pessoas, a população “Global”, vão agir quando agora falarmos de Che como o único símbolo (sendo bem superficial) não destruído por pretensões norte americanas, mesmo sabendo que a Gisele estampou seu rosto tão famoso em seus mamilos, mesmo que as lojas estampem seu rosto em camisas enfileiradas aos milhares, na tentativa de oxidar o mito, Che pra mim ainda é a única representação da afronta total aos regimes repressores, imperialistas, que fazem da vida das classes mais desfavorecidas um inferno,e das classes mais favorecidas um tédio consumista irracional.

Quer saber de uma coisa, não necessito dizer mas nada, Che que fale por mim:

“Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira”.

By Admilson F.

domingo, 7 de outubro de 2007

[leia logo, leia!]Aroma de laranja sintético idêntico ao natural


Cabeças de prego biodegradáveis, fincadas nas mãos de bebês de borracha, decoram novas paisagens, nas loucuras cultivadas em seriados de TV que não tem fim, pois toda regra tem uma exceção, toda moeda tem um lastro assim como os bons navios, assim como assim ,é uma palavra que ligada a outra pode não haver sentido algum.
Portanto não venha me dizer em embalagens de refrigerante, que o aroma de laranja sintético é idêntico ao natural, mas se acaso isso acontecer meu rosto se refletirá em cenas de Pokemóns crucificados gritando por Carolina Dickman, que em um socorro sensual, suspira no ouvido de suas vítimas: “sejam minha imagem e semelhança”, apesar de não ser bem isso que ela diz, mas sim o que se escuta, as capas de revista feminina não falam, mas dizem alguma coisa, e as capas de revistas masculina também tem mulheres nas capas, fato comum que reuni todos em volta da fogueira para celular o que todos celebram, celular cerebral, notas ficadas nas portas de geladeiras dizem mais, como: compre, a melhor, vencimento, não esquecer... e você o que acha?