segunda-feira, 10 de março de 2008

[leia] Novamente sem geladeira



100% de nada a 0°, possivelmente será o fim dos pingues de geladeira, mas o coro dos homenzinhos que existem em me apoiar nas horas mais periclitantes.

Uvas, raposas, carnes que sinceramente, não dão em árvores apodrecem sem respeitarem a dor da morte de seu dono animal.

Antes tudo estava tão gelado que agente mau de falava, estava tudo tão branco como as mais brancas neves artificiais, o frio as cores azuis, as frutas estão congeladas, a água será difícil de beber, e assim a garganta fica seca.

Agora que tudo está quente, ficamos mais tolerantes e sentimentais, as frutas estão apodrecendo, as carnes foram desonradas .

Mais aqui nos trópicos a vida estão a mil, vivendo aqui nesse buraco tropical que enchendo o saco ao ser mais vil, tão servil. 𯹉

quarta-feira, 5 de março de 2008

[leia] um breve comentário a respeito das ervilhas e a verdade sobre Holiday


Quando tudo não tem mais sentido, não adianta procurar as coisas que vão somar a própria falta de sentido.
Sendo assim o tempo é muito curto , a vida é muito longa ( ou será o contrário?), e a verdade é cada vez mais parecida com um prato de ervilha que se esparramam sobre a mesa, mas Holiday saberá disso?
Nem Holiday, nem Infinita Highway sebe ezatamente onde tudo isso vai parar, talvez em uma das curvas da Highway, ou em uma caixa cheia de poeira.
Fim não tenho mais tempo pra escrever. (ou será o início?)

terça-feira, 4 de março de 2008

[leia] agora sim torou dento!


¿Querem roubar a nossa amazônia?...

A PRÓXIMA GUERRA (Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima.

Trata-se de um Brasil que a gente não conhece)
'As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução. Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo.

Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.
Na única rodovia que existe em direção ao Brasil que liga Boa Vista a Manaus, (cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Detalhe II: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas.

É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc, medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia.

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: 'É; os americanos vão acabar tomando a Amazônia' - e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí: 'Irão, não, minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam.

Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.
A dona é bem informada não?

O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas.
Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela.

Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático).
Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares. Pergunto inocentemente às pessoas; 'Porque os americanos querem tanto proteger os índios?' A resposta é absolutamente a mesma; porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa? Acho que sim.' Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

'Opinião pessoal: Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer. Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

[leia ] o plano agora é bolar um plano


Temos que bolar um plano, a loucura faz parte das manchetes dos jornais, mas temos que bolar um plano, será tão simples como subornar o seu amor para conseguir te comover e pegar o seu dinheiro, será tão puro que todos pensaram que estarão garantindo o seu lugar no céu.

Mas, não será tão óbvio, será inexplicável como andar de bicicleta, como as velhas borboletas no radiador, sim... Assim será, assim seremos, “somos quem podemos ser”.

O inflamável de todas as situações...

Duas tv´s de quatorze polegadas, duas geladeiras, poeira, poeira e as luzes refletindo no branco da parede que agora é colorida, dvd´s espalhados pelo chão isso me lembra o meu antigo coração, em volta de mim a uma louça suja, que impões limites a minha falta de razão.

Mas temos que bolar um plano, o baterista esta escondido e não perdido, o contra baixo precisa de carinho, e a guitarra precisa de distorção.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

mil


Caros amigos, alunos e colegas, quero agradecer a atenção de todos que freqüentemente invadem o blog, afim de saciar suas mentes com minhas viagens malucas sobre tudo, conseguimos a marca de mil e vinte acessos. Agradeço a todos, e espero que continuem (principalmente os alunos ou então, eu reprovo todos), até mais!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

[leia] enntre o real e o abstrato



Pois é, dependendo do momento que um homem passa, ele pode perfeitamente sentir o que quiser, mas como velhos elefantes que se escondem para morrer, a solidão pode ser magna, fundamental para pensarmos em coisas que raramente imaginamos, a realidade nem sempre faz parte de momentos como esses, e nos sentimos inteiramente no meio, no meio do tiroteio:

“Entre um rosto e o retrato

No real e o abstrato
Entre a loucura
E a lucidez
Entre o uniforme
E a nudez...”


O mundo real mas parece uma briga de torcidas, o amor, o relacionamento é uma briga de torcidas, e eu ali no meio, personagens de um filme japonês, cores, frases feitas, motores e monstros, ninguém me pede pra dizer mais uma vez, pois:


“Estou sonhando de olhos abertos
Estou fugindo da realidade
Todas as cervejas já bebi
Todos os cigarros já fumei
O que há de errado no mundo
Meus olhos já não podem ver
Eu estou do jeito certo
Pra qualquer compromisso assumir

É assim que me querem
Sem que possa pensar
Sem que possa lutar
Por um ideal
É assim que me querem
Ao ver na TV todo o sangue jorrar
E ainda aprovar
A pena capital
A pena capital”


Na realidade não sei onde vivo direito, quando vivo no mundo real, só penso no mundo dos sonhos, mas se eu vivesse no mundo dos sonhos sonhava com o mundo real.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

[leia] a verdade a ver navios


Todos dizem que a vedade é uma mentira repetida, porém, outos loucos dizem a verdade é dúbia.
Pois na hora da verdade, a corda se arrebenta do lado mais fraco, e os poetas, tem mania de pedir licença a verdade para elucidar ou ampliar a veracidade dos fatos afim de tornar a histíria mais convidativa, mais elegórica!
Mesmo asim, é muito engraçado que todos tenham os mesmos sonhos, e que o sonho nunca vire realidade, ainda é muito engraçado que estejam do mesmo lado os que querem iluminar e os que querem iludir.
o carnaval esta vindo: estou me quardando pra quqando o carnaval chegar!
E depois a chuva dará um sentido mais idealista a nossas vidas, chuvas de verão no carnaval!

"É impossível reprimir

o que acontece toda vez

que chega a hora

de dizer chega...

...a hora...

...de dizer chega...

não pagar pra ver

a verdade a ver navios

onde já se viu?