segunda-feira, 1 de setembro de 2008
abra a sua mente seu merda!
A ILHA DOS AMOTINADOS-C.Nordhoff e J.Norman Hali
A MARCHA PARA O OESTE-Orlando Villas Bôas
A SEMENTE DE MOSTARDA-Rajneesh
A TERCEIRA VISÃO-Lobsang Rampa
AMOR É PROSA,SEXO É POESIA-Arnaldo Jabor
AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA-Eduardo Galeano
PARA ALÉM DO BEM E DO MAL-Nietzsche
BANCO-Henri Charrière
BHAGAVAD GITA-Huberto Rohden
CASA GRANDE E SENZALA-Gilberto Freire
CAVALO DE TRÓIA-J.J. Benitez
DEMIAN-Hermann Hesse
EM FACE DO EXTREMO-Tzvetan Todorov
ENTERREM MEU CORAÇÃO NA CURVA DO RIO-Dee Brown
ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS? Erich Von Daniken
EU E OUTRAS POESIAS-Augusto Dos Anjos
EXPRESSO DA MEIA-NOITE-Billy Hayes & William Hoffer
GUERREIROS DO SOL-Frederico Pernambucano De Melo
HOMENS CONTRA O MAR-C.Nordhoff e J.Norman Hali
LARANJA MECÂNICA-Anthony Burguess
MAR SEM FIM-Amyr Klink
MEMÓRIA DAS MINHAS PUTAS TRISTES-Gabriel García Márquez
MEU CAMINHO,OCAMINHO DA NUVEM BRANCA-Rajneesh
MINHA FÉ-Hermann Hesse
O ALIENISTA-Machado de Assis
O ANT-CRISTO Nietzsche
O ESPINHO DO QUIPÁ-Vera Ferreira
O PIANISTA-Wladyslaw Szpilman
O PROCESSO CIVILIZATÓRIO-Darcy Ribeiro
O PROFETA DAS SELVAS-Albert Schweitzer
O REINO DE DEUS ESTÁ EM VÓS-Leon Tolstoi
ON THE ROAD-Jack Kerouac
OS SERTÕES-Euclides da Cunha
OS SOBREVIVENTES DOS ANDES-Piers Paul Read
OS ÍNDIOS E A CIVILIZAÇÃO-Darcy Ribeiro
PAPILLON-Henri Charrière
PARAÍSOS ARTIFICIAIS-Charles Baudelaire
QUANDO NIETZSCHE CHOROU-Irvin D. Yalom
QUEM FOI LAMPIÃO-Frederico Pernambucano De Melo
SEGREDOS DO CORAÇÃO-Kahlil Gibran
SEM TESÃO NÃO HÁ SOLUÇÃO-Roberto Freire
SIDARTA-Hermann Hesse
TAO TE KING-Lao Tsé
TEMPO DOS FLAMENGOS-José Antônio Gonsalves De Mello
TIM MAIA-Nelson Motta
VIDAS SÊCAS-Graciliano Ramos
VIVÊNCIAS-Hermann Hesse
domingo, 31 de agosto de 2008
J'ai accepté une moitié de bonnes et de mauvaises
Enquanto discutem o número da massa do carbono bem ao lado, espero que o tempo seja tão generoso quanto você que esta lendo, já que estamos de volta e agora com muito mais experiências reprimidas pelo tempo, algoz sem piedade da vaidade. Por levar tanto trabalho para casa, e a explosão súbita do meu monitor à ábaco, estamos de volta (e o plural não é por acaso, as entidades intergalácticas que baixam nesse meu terreiro mental formam nosso núcleo jornalístico). Os pensamentos ainda estão soltos fora de conexão, mas o nexo ainda existe, mesmo com tanto “x” a vida continua, e esperamos que pelo menos desta vez a luz no fim do túnel não seja um trem na contramão.
Novamente espero contar com as visitas, e prometo por tudo que é, e que não é sagrado escrever duas vezes por semana, toda terça e quinta.
Pois bem, agora estamos com uma banda de rock e depois de algum tempo fizemos nosso primeiro show ontem 30 do VIII, por isso decidi fazer uma ponte entre o meu ponto de vista e o ponto de ebulição da banda (que é quando fazemos o show), para entender o que digo veja :
http://www.youtube.com/watch?v=dfS4jvo5Z7Y
quarta-feira, 16 de abril de 2008
[essa é do Arnaldo] sei que colar é feio , mas essa é muito legal

quinta-feira, 10 de abril de 2008
eu doido! Tu é estranho

segunda-feira, 7 de abril de 2008
[leia de novo] Histórias do Billi J. - são coisas do amor(parte 2)

(...)
Mas os dias foram passando, e esse amor platô... digo, esse amor verdadeiro(???) do Billi J. pela guria só aumentava. Billi J. falava muito nela. Porque ela é a mais isso, a mais aquilo, porque quando ela olha para o lado direito a sua orelha sempre mexe, como quem diz “pode falar”. Enfim, o Billi J. transformava em palavras todos os gestos daquela guria. E como ela era bonita, sempre me disse o Billi J. Mas os dias continuaram passando, o amor continuou crescendo, porém o Billi J. não trocava palavra com a guria. Esqueci-me de dizer, o nome da guria, era Renata (assim como a música do Los Hermanos).
A Renata tinha se tornado para o Billi J. o que as formigas são para um tamanduá(não entendeu? pergunta para o Billi J.). Ela passava e o Billi J. parava o que estava fazendo, independente do que ele estivesse fazendo. Só que como o Billi J. era inocente, ou melhor, diferente dos outros, nunca percebeu que a Renata passava na frente dele porque queria se aproximar. Renata era tão tímida quanto Billi J., mesmo que não aparentasse isso, pois estava sempre conversando com alguém, fosse esse alguém um colega ou o seu irmão, que estudava também na escola. Mas Renata achava Billi J. diferente, mas não sabia o porquê de Billi J. chamar a sua atenção.
Pobre Billi J.. Nunca soube dessa intenção de aproximação de Renata. Mas algo mudara em Billi J.. Ele viu durante uma aula de educação física um guri, duas séries à frente da dele(nunca ficou específico em que série do ensino fundamental o Billi J. estudava), estava falando e se divertindo com a Renata. Com a sua Renata! E o pior de tudo é que ele era tímido demais e educado demais para poder fazer algo. Sentiu-se um idiota naquele momento. Sentiu-se incapacitado. Era óbvio que a Renata nunca seria sua namorada, porque ele era tímido, covarde, enfim, Billi J. era Billi J.. De nada adiantava ele saber falar inglês, ao contrário de todos os seus colegas(será que a Renata sabia falar inglês?). De nada adiantava ele ter feito um curso de auto-defesa, por pressão de seu tio, que dera um curso desses.
De nada adiantava ele ser muito dedicado e ler o jornal inteiro todos os dias, quando a maioria lê somente os quadrinhos e olha as figuras. De nada adiantava. E naquele momento Billi J. foi ao que ele descobriria depois ser um inferno astral, uma crise de existência. Coitado do Billi J.. O mundo era tão injusto com ele. Billi J., na opinião das suas antigas colegas(nunca soube a opinião da sua amada), era um bichinho da maçã. Não dou a minha opinião porque desmereço a beleza. Mas enfim, Billi sofreu muito, só em ver a sua amada ao lado de um carinha mais velho, conversando e rindo muito.
Billi J. sofreu. Sofreu mais do que uma formiga carregando uma folha de bananeira sozinha. Billi J. decidiu que não amava mais a Renata. Decidiu fugir da aula de educação física naquele momento. Saiu correndo, foi para a sala de aula e pegou a sua mochila e num instintivo “vou embora” saiu correndo portão afora. Ele não queria mais ver aquilo. Seu amor, ou melhor, seu antigo grande amor, nos braços de outro. Ele não queria entender. Apenas queria esquecer. Chegando em casa, chutou a mochila para o lado, tirou o tênis sem desamarrar, subiu as escadas de meia, quase caindo de boca e quebrando os dentes da frente e pulou em sua cama. Chorou. Chorou como um bebê que acaba de levar uma palmada na bunda de um médico.
[leia]Histórias do Billi J. - são coisas do amor (parte 1)

Essa é do tempo que o Billi J. ainda era conhecido por Bilionarico(nome originário de um tio analfabeto que ouviu bilionário no rádio e achou que aquilo fosse nome, mas sem acento).
Diz o Billi J. que isso aconteceu alguns anos antes do fato ocorrido na 8ª série, que foi o começo dessa saga. Mas então, ele, Billi, desde que o conheço é tímido, mas quando está entre pessoas que o entendem e o incentivam a falar, fala como se fosse uma criança descrevendo um jogo novo. É engraçado quando isso acontece, mas o Billi é assim mesmo. Acho que por vezes sou assim também, mas enfim, essa é história do Billi e não minha.
Voltando ao fato importante, o Billi J. sempre foi aquele guri diferente. Pelas histórias dele, pelo começo da história dele no blog ficou evidente isso. Mas ele era diferente dos outros porque acreditava no amor. Quantos guris acreditam no amor? Quantos não têm vergonha em falar? Só conheço, mais uma vez, o Billi J.. O Billi J. sempre foi o guri que esperava por um grande amor. Mas isso desde pequeno. E no momento em que ele viu aquela guria, cabelos escuros, mais do que pretos, com olhos cor-de-mel, como ele mesmo definia e com um sorriso mais bonito do que uma macieira carregada de maçãs(para lembrar, o Billi J. gosta muito de maçãs), pensou que ali havia encontrado o seu amor.
Era ela. Billi J. achou, mesmo sem conhecer, que aquela seria a sua namorada, o seu grande amor. Billi J. nunca escondeu isso, mas também nunca demonstrou, bom, pelo menos, quase nunca. Porque o Billi J. tremia e se arrepiava só pela tal guria passar por ele para apontar o lápis na lixeira de plástico da sala. Sim, a guria conhecia uma colega do Billi J. então se sentou ao lado dela, no fundo da sala. Billi J., que sempre foi um grande estudioso sem óculos, sentava na primeira classe, a da extrema direita, para ter uma visão melhor do quadro e porque era mais fácil de sentar longe dele, então o empurraram para esse local.
Continua...
sexta-feira, 21 de março de 2008
páscoa, chocolates e mp3(em?)¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿

Galinha, chocolate, ovos e coelhos...
¿
A família não necessita estar reunida.
É uma época de provação, de reconhecimento e muita fé.(mas disso agente já sabe)
Ando meio inquieto, com essa minha mania de perseguição, agora eu cismei novamente com os mp3´s, ando percebendo uma coisa meio esquisita, sempre meu mp3 manda avisos dizendo que a pilha acabou, quando eu sei que não acabou mesmo, e fico imaginando que tudo isso é obra das indústrias de pilha que lançaram o vírus na internet, fazendo com que as pilhas acabem antes mesmo de acabar (se é que vocês me entendem), nos enfiando em um ciclo mortal de destruição e debilidade auditiva...
Mas preciso de calma, é semana santa não posso envolver as pessoas em um clima apocalíptico.
A pergunta que não quer calar!
¿Galinha, chocolate, ovos e coelhos?
Então vamos a aula com Professor ELeso!
Origem dos Símbolos da Páscoa
A Páscoa (do hebraico Pessach significando passagem) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa ) que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes .
(mas disso agente já sabe!!!!)
É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate , ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa ) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos.
Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia , por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera .
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa .
- Nossa quase que isso não termina mais!